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[review] Em ritmo de fuga (Baby Driver)


O aguardado filme com Ansel Elgort (Nosso eterno Gus de 'A culpa é das estrelas') finalmente estreou e eu fui conferir o filme para fazer essa tão ansiada review para vocês. 

Fiquei curiosa para ver o filme após ver o trailer, apesar de notar o foco dos holofotes em Ansel desde lá, mas com sua vinda ao Brasil e as fãs em furor, assistir ao filme tornou-se inevitável, já que só falo bem ou mal do que conheço.

No filme, Baby (Ansel) é um motorista de fuga de uma quadrilha de assaltos a banco. Fodástico ao volante, toda sua atuação sobre rodas é cronometrada e ao ritmo das músicas que saem dos fones de seu ipod. Por ter um zumbido no ouvido, não faz nada sem estar portando fones de ouvido conectados a alguma fonte de som e a um bom par de óculos de sol. (Graças a Deus, pois isso lhe dá um charme a mais necessário para a versão de Ansel bad guy colar. Ele tem cara de bom moço, gente. Não tem jeito).

Descobrimos que ele tem alguma dívida a pagar com Doc,  um mafioso lider da quadrilha que anda assaltando bancos em Atlanta, e por isso dirige as fugas dos assaltos do bando. Vemos também que Baby perdeu os pais em um acidente automobilistico em sua infância e que agora cuida de Joseph, um idoso com surdez, que Baby tem como figura paterna. Sua vida segue assim até ele conhecer Débora, uma garçonete que trabalha na mesma lanchonete onde sua falecida mãe trabalhava.

O fato de toda a ação sobre rodas ser sincronizada com as batidas das músicas que Baby ouve é a melhor parte do filme.
Contudo, considerei a história nebulosa. Estou até agora sem saber porque Baby cuidava de Joseph, o que diabos ele devia para Doc e o ápice da história? Estou procurando até agora. O filme é bom, mas é morno, não tem aquele momento de explosão, não existe aquele boom na história que eu tanto fiquei esperando.
Outra coisa que me incomodou é que Ansel está em cena o tempo todo e eu senti como se só ele importasse. O resto dos personagens fazem quase uma figuração para a história de Baby e eu sou uma pessoa que adora enredo, contextos, personagens. Senti que essa monopolização das câmeras no protagonista foi um pouco demais pra mim. Os verdadeiros astros do filme são Baby, os fones do ipod e as rodas do carro, o resto não importa muito.

Quando você pesquisa um pouco sobre o filme, se surpreende ao saber que a trilha sonora brinca com você no filme, já que Baby Driver é o nome de uma canção presente no filme, assim como B-A-B-Y, palavra que o personagem tanto soletra na história.

Outro fato bacana é que apenas 5% das cenas do filme tem efeitos especiais e o próprio Ansel gravou várias das cenas de ação, fugindo daquele padrão Hollywoodiano atual de gravar tudo com chroma key

O final? foi bem clichê e na minha opinião, poderia ter terminado 5 minutos antes, com uma pegada bem On the road, sem local definido e apenas com a longa estrada como fundo e a fita cassete rodando no som do carro.

Mas de forma geral,  se você procura um filme leve, com pegada retrô e boas músicas, Em ritmo de fuga irá te agradar bastante.


Um comentário:

  1. Oi! Ai como queria ver esse filme (sou dessas apaixonada pelo Ansel desde acede kkk), mas o cinema daqui não tem em cartaz, aff! O que achei mais massa foi a trilha sonora, e to ansiosa por poder ver e ouvir esse filme depois. Parece estar bem maravilhoso. Beijos.

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